domingo, 4 de julho de 2010

A importancia de falar em línguas

“Pois o que fala em línguas não fala aos homens, senão a Deus. Com efeito, ninguém entende, e em espírito fala em mistérios.” (1Cor.14.2)
Todos os dons espirituais vêm de Deus, são sobrenaturais, isto é, acima de tudo que o curso normal da natureza. Portanto, quando dizemos que são sobrenaturais, isso significa que Deus é a fonte e que o Senhor Jesus é quem confere a cada um através do Seu Espírito. Vamos analisar o “dom de línguas”. Uma pessoa normal pode aprender qualquer língua, todavia, jamais ela poderá falar uma língua que jamais estudou. Todos os dons espirituais são sobrenaturais, em outras palavras, não podem ser adquiridos através dos esforços humanos. É dado particularmente ao crente pelo Espírito Santo.

A função “falar em línguas”.

É a evidencia do batismo com o Espírito Santo. Podemos afirmar com toda segurança, que sempre que alguém é batizado com o Espírito santo, ele vai falar em línguas. Baseados no relato do derramamento do Espírito Santo no livro de atos (At.2.1-4). Os cento irmãos que estavam no cenáculo, foram cheios do Espírito Santo e “passaram a falar novas línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem...” No relato bíblico sobre Cornélio (At.10.46). “pois os ouviam a falar em línguas, engrandecendo a Deus...” Quando o crente recebe o batismo com o Espírito Santo e começa a falar em línguas, inicia-se uma nova etapa de crescimento espiritual em sua vida. Vejamos o exemplo do apóstolo Pedro. Ao receber o revestimento de poder, falou ousadamente a aqueles que zombavam dizendo que estavam embriagados, “cheios de mosto” (Atos 2.14-41).

O falar em línguas edifica o espírito.

“O que fala em línguas a si mesmo edifica...” (1Cor.14.4). Quando oramos em línguas, somos capazes de orar de uma forma que não podemos pelo meio natural. “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossas fraquezas; porque não sabemos orar como convém, mas o Espírito intercede por nós, sobremaneira com gemidos inexprimíveis” (isto é, de uma maneira que não pode expressar com palavras humanas. (Rm.8.26). Para que eu vou pedir coisas para amanhã, se eu nem sei mesmo o que preciso para hoje? Eu não sei orar como convém , o apóstolo Tiago disse: “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para gastar em vossos deleites”... (Tg.4.3) Quantos de nós gostaríamos que Deus nos desse coisas como: prosperidade, morte de nossos inimigos, e outras coisas deste gênero? Não conhecemos o dia de amanhã...(Tg.4.13-13-14) , mas Deus conhece o passado, o presente e o futuro... por isso, quando vou orar, o Espírito Santo intercede por mim, Ele conhece a vontade de Deus para nossas vidas, sendo assim, pode interceder de maneira que Deus atenderá. O Espírito Santo é o nosso intercessor para com Deus, Ele sempre conhece a vontade de Deus, Ele conhece nossas necessidades diárias e futuras. Por esta razão, devemos dispor as nossas vidas a Ele para que possa agir a nosso favor.

Qual é a “vantagem” de eu falar em línguas?

Imaginemos que em uma família seja criado um idioma próprio; as pessoas embora estejam ouvindo algo, jamais poderão saber o que os membros desta família estão dizendo. Deus como o Senhor desta grande família que Ele adquiriu através do sangue derramado de seu Filho Jesus, criou um novo idioma, uma “linguagem cifrada”, que nenhum tradutor ou interprete deste mundo poderá entender. O apóstolo Paulo disse: “gemidos inexprimíveis”, isto é, extrapola a capacidade de compreensão humana. É uma linguagem cifrada para que eu possa falar exclusivamente com Deus. O inimigo embora seja “poliglota”, jamais poderá entender esta linguagem que eu e você falamos com Deus, nem uma só palavra jamais será decifrada por ele, por isso, ele fica “doido” quando falamos em línguas, em “mistério com Deus".

A importancia da mulher no ministério do marido

“Toda mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola derriba-a com as suas mãos”. Pv 14.1


MULHER ADJUTORA

• “como diante dele” – Gn 2.18
• Substituta confiável – Pv 31.11,12
• Não acumula “serviços” – Pv 31.13,15,19
• Zela a sua posição – Pv 22.1; 12.4
• Zela a imagem do companheiro – Pv 31.23

MULHER AMIGA

• Ouve, escuta com empatia – Pv 18.13
• Acolhe com generosidade - Pv 17.17
• Compreende com imparcialidade e tolerância – Jó 19.21;16.5
• Guarda segredos – Pv 13.3
• Não “desenterra” conflitos – Pv 15.18
• É disponível – Pv 27.10

MULHER AMOROSA

• É carinhosa, meiga e gentil
• É disponível para o amado
• Cuida da aparência
• Esforça-se em agradar
• Procura estar bem, satisfeita
• Procura dar prazer ao amado

MULHER ADMINISTRADORA

• É empreendedora – Pv 21.5
• É econômica e organizada – Pv 31.21
• É zelosa e criteriosa – Pv 31.16
• Tem visão “macro”
• Otimiza tempo e recursos

QUER SER “INSUBSTITUÍVEL”?

• Não seja chata, “grudenta”, carente
• Não seja invasiva, xereta
• Não imponha sua opinião, não tente usurpar a autoridade do marido
• Cuide do lar e do marido como se fosse “invisível” (sem chamar muita atenção para o que faz)
• Cultive o bom humor – Pv 15.13a

VOCÊ PODE ...

• Evitar que seu marido se estresse com problemas domésticos
• Impedir que ele se aborreça desnecessariamente com problemas que você pode resolver

VOCÊ DEVE...

• Fazer com que seu marido goste de estar em sua companhia e no lar
• Cuidar da imagem dele em todos os aspectos
• Cuidar do seu bem-estar físico e emocional
• Orar por ele (se possível, ore COM ele)


“Se sabeis essas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes”. Jo 13.17

sábado, 3 de julho de 2010

Aconselhamento Familiar

Filhos em sacrifício para Deus
“Toma o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai à terra de Moriá. E o oferece ali em holocausto sobre um dos montes que te mostrarei...” (Gn. 22.2).
Deus havia dado um filho ao patriarca Abraão de uma forma extraordinária. Abraão já era avançado em idade e para piorar a situação, Sara sua esposa era estéril. Mas Deus é quem prometera dar a ela um filho e fazer deste, pai de uma grande nação. O milagre aconteceu, sara concebeu e deu a luz a um filho, Isaque. Agora, o patriarca estava feliz, com o seu herdeiro ainda jovem e saudável; de repente, algo inesperado acontece, Deus ordena que Abraão ofereça este tão esperado filho em sacrifício... Mas que coisa terrível e humanamente impossível. Seria Abraão capaz de matar o seu próprio filho? Mas foi Deus quem ordenou! Quantos pensamentos povoaram a cabeça daquele ancião! Mas nos relata o versículo três: “Levantou-se Abraão de madrugada, albardou o seu jumento,, tomou consigo dois dos seus servos, e a Isaque seu filho e partiu para o lugar que Deus lhe dissera...” Foram três dias de caminhada até o monte, mas ele não relutou seguiu firme ao monte desconhecido. Deus não havia revelado a Abraão em qual monte seria o holocausto, por quê? Talvez para que Sara a mãe do menino não o tentasse impedir no seu intento. É possível que Abraão mantivesse em secreto de sua própria esposa que o objeto do sacrifício seria o seu próprio filho! Ao sair de madrugada ele talvez tenha dito à sua esposa que iria ao monte oferecer um sacrifício a Deus, mas guardar em segredo que o seu próprio filho que seria imolado em holocausto. Que situação estarrecedora! Ao chegar próximo ao monte, Abraão deixou os seus servos à parte e seguiu subindo o monte com o seu filho, que também não sabia que seria imolado no altar. Quando se aproximavam do local, vem uma pergunta que abala o coração do velho pai: “Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? Respondeu Abraão: “Deus proverá para si um cordeiro para o holocausto, meu filho...” concluindo a narrativa, Abraão amarra o seu filho sobre o altar e prepara-se para desferir o golpe fatal quando um anjo brada dos céus impedindo-o de seu intento. Deus proveu um cordeiro para o holocausto e Abraão e seu filho seguem felizes de volta para casa...
Esta narrativa de fé nos deixa emocionados ao ver a obediência de um servo de Deus, embora fosse humanamente impossível, mas Abraão confiava em Deus de uma forma tão grande que acreditava que Deus seria capaz de trazer o seu filho de volta das cinzas. Por este ato, ele foi credenciado como pai de todos os que têm fé.
Será que Deus não é capaz de nos pedir algo assim nos dias de hoje? Não, isto não é mais preciso, pois Ele mesmo nos deu o seu único filho em holocausto em nosso lugar! Mas ainda hoje Deus requer que apresentemos os nossos filhos em sacrifício vivo a Ele... Não é mais necessário que alguém morra, porque Jesus já morreu por nos...
O que estamos fazendo neste sentido? Estaremos nos apresentando os nossos filhos a Ele, ensinando a amar sua palavra, meditar nela dia e noite, entoar louvores ao Seu nome... Ou estamos perdendo o tempo que Deus nos como sacerdotes de nossa família. O monte não é mais Moriá, mas é o monte calvário aos pés da cruz de Cristo. Precisamos conduzir os nossos filhos a Cristo. Já que Ele proveu o Cordeiro, devemos voltar para casa alegres e jubilantes porque alguém morreu em nosso lugar. Que possamos imprimir em nossos filhos o temor do Senhor, ensiná-los a amar a mensagem da cruz, a viver para este que morreu por nós. Chega de estarmos assentados em nossas casas, falando de coisas que não edificam, vamos oferecer os nossos filhos ao Senhor, assim como Sansão foi oferecido como “nazireu de Deus” (Jz. 13.5). Como Samuel foi apresentado ao sacerdote para servir a Deus no templo (I Sm. 1.20-22). Como Deus ofereceu a Jesus para ser o “salvador do mundo” (Mt. 1.18-25).
“Aquele que nem o seu próprio filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará com Ele todas as coisas? (Rm. 8.32). que possamos ser fiéis como Abraão em obedecer à voz de Deus que diz: “Toma o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai à terra de Moriá e o oferece ali em holocausto sobre um dos montes que te mostrarei...” (Gn. 22.2).